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Como funciona a Investigação de Incêndio?
A Perícia de Incêndio é acionada automaticamente pelo Centro de Comunicações do CBMDF, pelo Comandante do Socorro da ocorrência e/ou diretamente pelo interessado, conforme Instruções Normativas da Diretoria de Investigação de Incêndio (DINVI), bastando ligar para o 193, ou (61) 3193-0226 ou (61) 98105-0025 (WhatsApp).
Qualquer cidadão pode solicitar uma investigação de incêndio.
Mais informações podem ser obtidas ligando no telefone (61) 3193-0226 ou enviando mensagem no Whatsapp da comunicação da Investigação de Incêndio: (61) 98105-0025 (WhatsApp).
Solicitar Laudo
Qualquer cidadão ou instituição que demande um Laudo de Perícia de Incêndio deve entrar em contato pelos telefones (61) 98105-0025 (WhatsApp), (61) 3193-0226 ou ainda encaminhar um e-mail para dinvi.seinv@cbm.df.gov.br, informando:
– Os dados pessoais;
– Número de telefone para contato;
– E-mail válido;
– Motivação e justificativa para ter acesso ao Laudo de Investigação de Incêndio.
O demandante deve anexar os seguintes documentos:
- – Requerimento de Solicitação de Laudo de Perícia de Incêndio, devidamente preenchido;
– Documento oficial de identificação pessoal contendo foto (RG, CNH, CREA, CAU, OAB e/ou identidade funcional para profissionais liberais e prepostos de corporações);
– Comprovante de ligação com o imóvel ou bem sinistrado, que podem ser:- – Para veículos: comprovante nominal do IPVA, DUT ou CRLV nominal;
– Para embarcações e aviões: documento nominal;
– Para Áreas de Proteção Ambiental: documento contendo a motivação/justificativa;
– Em casos de residenciais multifamiliares (condomínios residenciais e afins), o Síndico/Responsável deverá enviar juntamente com a documentação listada, a procuração, ou a ata de eleição de síndico ou um documento equivalente que comprove a condição de preposto.
– Para representações, sindicatos, associações, entre outros, faz-se necessário o envio de um ofício ou documento similar formalizando a solicitação ao CBMDF.
- – Para veículos: comprovante nominal do IPVA, DUT ou CRLV nominal;
O prazo para análise é de 3 dias úteis. Após a análise e aprovação do Diretor de Investigação de Incêndio, uma cópia eletrônica do Laudo de Investigação de Incêndio é anexado e disponibilizado ao demandante, de acordo com o canal em que foi realizado o contato.
Consultar estatísticas
A investigação de incêndio do CBMDF tem como objetivo estudar o sinistro de incêndio para preveni-lo. Uma forma de prevenir incêndio é conhecer tendências e padrões do: surgimento de incêndio, propagação de incêndios e forma da ocorrência de danos, ferimentos e óbitos decorrentes do sinistro de incêndio. Nesse contexto, a DINVI disponibiliza Relatórios Técnicos de Análise Pericial de Incêndios do DF.
Os Relatórios Técnicos de Análise Pericial de Incêndios no DF são divulgados a cada seis meses, contendo a análise pericial dos mais de 3.000 (três mil) incêndios anuais registrados no Sistema SGO-Fênix do CBMDF.
Algumas premissas e informações contidas nos relatórios:
– A análise pericial é realizada em 100% das ocorrências registradas no Sistema SGO- Fênix, bem como as ações de prevenção e conscientização do risco baseadas nos dados obtidos.
– O documento aborda os mais variados tipos de incêndio ocorridos e apresenta também a distribuição destes por região administrativa, dentre outras informações relevantes ao sistema de prevenção e combate a incêndio;
– Cada Relatório Técnico de Análise Pericial de Incêndios no DF é disponibilizado para publicação até o dia 30 do mês de junho do ano corrente (dados referentes ao 2° semestre do ano anterior) e até o dia 30 do mês de dezembro (ano vigente).
Em caso de dúvidas, disponibiliza o e-mail dinvi@cbm.df.gov.br para contato.
Relatório de Análise Pericial da Investigação de Incêndio (clique no texto abaixo para abrir os documentos):
– Boletim dos fatores envolvidos nos incêndios e sinistros 2002 – 2007
– Relatório Técnico Análise Pericial 1º semestre/2020
– Relatório Técnico Análise Pericial 2º semestre/2020
– Relatório Técnico Análise Pericial 1º semestre/2021
– Relatório Técnico Análise Pericial 2º semestre/2021
– Relatório Técnico Análise Pericial 1º semestre/2022
– Relatório Técnico Análise Pericial 2º semestre/2022
– Relatório Técnico Análise Pericial 1º semestre/2023
– Relatório Técnico Análise Pericial 2º semestre/2023
– Relatório Técnico Análise Pericial 1º semestre/2024
– Relatório Técnico Análise Pericial 2º semestre/2024
Consultar estudos
A investigação de incêndio do CBMDF tem como objetivo estudar o sinistro de incêndio para preveni-lo. Com base nos achados de investigação de incêndio, são produzidos Estudos Técnicos, para auxiliar profissionais e entusiastas de Segurança Contra Incêndio e Pânico.
Os Estudos Técnicos são divulgados periodicamente de forma a expor perigos e ameaças relativos aos sinistros de incêndio. Além disso, a DINVI/DESEG também apresenta dicas e estratégias de prevenção ao sinistro de incêndio.
Algumas premissas e informações contidas nos Estudos Técnicos:
– Qual padrão ou tendência de incêndio levantada nas investigações de incêndio?
– Qual o perigo ou ameaça existente em um determinado padrão de princípio de incêndio?
– Quais equipamentos envolvidos?
– Quais ensaios ou experimentos que podem contribuir?
– Quais achados nos exames ou testes?
– Como prevenir a ameaça/perigo ou reduzir o impacto/vulnerabilidade?
Por fim, os estudos apresentam dicas de prevenção e resposta a incêndios.
Seguem abaixo os documentos.
Boa leitura!
Estudos Técnicos da Investigação de Incêndio
Em paralelo com a ameaça do coronavírus no Brasil e no mundo, cresceu o uso de álcool em gel por parte da população, seja para higienização das mãos ou para descontaminação de superfícies. Este fenômeno fez aumentar também a velocidade e quantidade de publicações de notícias, muitas vezes sem embasamento científico, em veículos de informações e redes sociais, o que fez surgir algumas questões a respeito da segurança do produto.
A recente notícia de que recipientes com álcool em gel, deixados no interior de veículos expostos ao sol, teriam resultado em incêndios provocou uma série de dúvidas acerca das propriedades e critérios de segurança no manuseio deste material.
Baseado nesse evento, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, por meio da Diretoria de Investigação de Incêndio, realizou, entre 4 e 20 de maio de 2020, uma série de experimentos para testar a hipótese de haver ou não ignição do álcool em gel nas condições citadas.
Em maio de 2020, no Distrito Federal, um veículo sofreu queima parcial em seu interior, na região do painel, tendo sido informado pelos jornais que o incêndio fora causado pela presença de um frasco de álcool gel deixado em seu interior.
Entretanto, após a perícia realizada pelo CBMDF, foi possível observar que o foco do incêndio foi a região próxima à tomada 12V, onde ocorreu a degradação térmica, sendo que, além da presença do frasco de álcool em gel, havia um carregador de celular veicular conectado.
O disjuntor, importante aliado na segurança contra incêndio dos circuitos elétricos, tem como função principal a proteção das instalações contra sobrecargas e curtos-circuitos. A referida proteção é assegurada pelo acionamento de dois tipos de dispositivos de desarme, o térmico e o magnético.
O dispositivo térmico funciona a partir de um componente bimetálico, que, ao sofrer aumento de temperatura em virtude de curto-circuito ou sobrecarga, deforma-se e abre o circuito, provocando a interrupção da passagem de corrente elétrica. Já o dispositivo magnético é composto por uma bobina, que, a partir do aumento abrupto da corrente elétrica, gera um campo magnético forte o suficiente para atrair um aparato metálico ocasionando então a abertura do circuito.
O choque elétrico pode ser fatal e ocasionar diversos tipos de danos à saúde como queimaduras e taquicardia. Para evitar acidentes fatais é imprescindível o uso do dispositivo diferencial residual que, ao detectar uma fuga de corrente para a terra com uma intensidade superior 30 mA, como no caso de choque elétrico, desarma, evitando maiores danos.
Portanto, o dispositivo diferencial residual, também conhecido como DR, detecta a fuga de corrente elétrica e desarma o circuito, minimizando as consequências de choques, além de diminuir o desperdício de energia (por detectar a fuga de corrente para terra). Segundo a NBR 5410 (norma de instalações de baixa tensão), o DR tem seu uso obrigatório nas instalações elétricas.
Neste trabalho, desejamos compreender o que são baterias e qual a química por detrás destes equipamentos que todos os dias carregamos conosco, além de discorrer sobre os riscos relacionados a incêndios que eles podem nos oferecer, de forma a evidenciar boas práticas na utilização destas baterias tão vitais nos dias de hoje.
Para tanto, além de uma breve revisão teórica sobre o assunto, foram realizados ensaios laboratoriais que avaliaram o comportamento destas baterias frente a variações de corrente que podem acontecer em redes elétricas de residências, escritórios, entre outros.
A atividade de combate a incêndio é sempre de alto risco, em especial pela exposição à temperatura e fluxo de calor e o potencial de ocorrência de comportamentos extremos do fogo. De 1987 a 2001 houve uma queda de 31% no número de incêndios estruturais nos Estados Unidos da América. Com essa diminuição, houve uma preocupação que as novas gerações de bombeiros poderiam ter uma menor experiência com situações reais de incêndio em relação as gerações anteriores, levando a uma maior dificuldade em identificar comportamentos extremos do fogo e outras situações de grande risco.
Com o avanço na utilização da estrutura de treinamento e pesquisa com capacidade de medir temperatura e fluxo de calor em tempo real durante os exercícios, foi idealizado um sistema que permitisse não só monitoramento dessas condições no ambiente, mas que essas informações pudessem ser passadas de forma automatizadas para os bombeiros durante os treinamentos.
O presente estudo propôs uma análise experimental do padrão de queima em um veículo com motor de combustão. A investigação de incêndios baseia-se na análise dos padrões de queima resultantes do comportamento do fogo. No entanto, até o momento, nenhum trabalho experimental realizado no Brasil buscou comprovar a repetibilidade dos padrões de fogo utilizados na investigação de cenas de incêndio em veículos.
Dessa forma, os objetivos desta pesquisa incluíram provocar um incêndio em um veículo automotor para reproduzir os padrões de queima, avaliar parâmetros relevantes para a coleta de dados, observar o desenvolvimento das marcas de queima por meio de medições térmicas em pontos relacionados a essas marcas previstas e, por fim, mensurar o fluxo de calor ao qual os bombeiros estão expostos durante um incêndio veicular.
No âmbito do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), observa-se um crescimento significativo no número de laudos com causa indeterminada, o que compromete o valor informacional desses documentos e limita sua utilização para fins preventivos e de gestão.
Diante desse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar esses incêndios no CBMDF, identificar os fatores técnicos, operacionais e metodológicos que contribuem para essa classificação, comparar o modelo atualmente adotado com práticas internacionais de investigação de incêndios e propor uma nova abordagem classificatória baseada em fatores contribuintes.
Como se prevenir de incêndio?
Segue abaixo exemplos de campanhas, flyers e infográficos de Segurança Contra Incêndio e Pânico produzidos com dados e informações decorrentes de investigação de incêndios, produzidas pela DINVI/CBMDF.
Clique em cima das figuras para baixar na extensão PDF.
Acionar equipe 24 horas
Pelo telefone: (61) 99152-2644 (clique no número para enviar uma mensagem por WhatsApp).
Onde nos encontrar?
Sempre que necessário, para qualquer tipo de demanda, o atendimento presencial ao cidadão está disponível na Diretoria de Investigação de Incêndio, situada no QCG – Quartel do Comando Geral – SAM Lote D Módulo E Anexo II Andar Térreo – CEP 70620-000 – Brasília – DF (clique aqui para verificar localização), ou ainda pelos telefones: (61) 98105-0025 (WhatsApp), (61) 3193-0226 e pelo e-mail: dinvi.seinv@cbm.df.gov.br.


































